Conselho de Medicina Veterinária vai convocar deficiente físico aprovado em concurso

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV/SP) acatou recomendação expedida pelo Ministério Público Federal em Jales e vai convocar o deficiente físico João Paulo Fernandes Buosi, aprovado em primeiro lugar no concurso público promovido pelo Conselho, para dar prosseguimento ao processo  seletivo. O veterinário portador de deficiência física tinha tido o seu nome ignorado pelo CRMV, que havia convocado para a vaga o segundo colocado no concurso.

CORDE-DF comete abuso ao censurar circulação do jornal do ICEP BRASIL

Há alguns dias foi comemorado o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Isso quer dizer que os órgãos de imprensa podem se tornar os porta-vozes mais legítimos para atender aos anseios da população. Entretanto, lamentavelmente, a CORDE-DF não pensa assim.
A denúncia é do diretor-presidente do ICEP, Sueide Miranda Leite. Um funcionário da Coordenadoria para Inclusão da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal (CORDE-DF), a pedido do coordenador Fernando Cotta, impediu a entrega dos jornais do ICEP Brasil na sede do órgão.

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angela

Quem é portador de deficiência física ou mental enfrenta uma série de dificuldades para conseguir se locomover e participar da vida social – entraves que não deveriam existir se o poder público colocasse em prática as políticas de acessibilida

Visando incluir o deficiente no cotidiano social, sexta-feira que vem, no Centro de Convenções, situado no bairro de Jaraguá, em Maceió, vai ser realizado o seminário Sociedade Inclusiva – uma meta para Alagoas.

Entrevistada hoje no AL TV 1ª edição, a presidente da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Especiais, Iraê Cardoso, disse que o número estimado de deficientes hoje, em Alagoas, é de 486 mil pessoas.

“Há muito tempo existe legislação que ampara o deficiente, seja físico ou mental, só que não é ***prida e a discussão é que a sociedade tem que lutar pela inclusão destas pessoas, que muitas vezes adquiriram deficiência fruto de acidente”.

Iraê Cardoso continuou dizendo que se o deficiente é ainda excluído é por falta de políticas públicas de atendimento e que no interior de cada Estado ela é mais acentuada. “Até as necessidades básicas são negadas, como o acesso à saúde, educação e emprego. Além disso, essas pessoas arriscam a vida na estrada em busca de um centro mais avançado para tratamento”.

Estão convidados a participar do evento gestores públicos, empresários, estudantes. “Essa é uma meta que só pode ser construída com a participação de todos os setores da sociedade”, concluiu Iraê Cardoso. (Gazetaweb, com informações da TV Gazeta

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