Sexualidade do deficiente físico é tema do filme AS SESSÔES

Se um olhar for capaz de definir tudo, então dois momentos de dois dos personagens de As Sessões (The Sessions. Dir. Ben Lewin, 2012), o padre Brendan e o atendente oriental do hotel, traduzem o sentimento que toma conta do expectador logo depois que termina a projeção do filme: espanto. Uma história como essa, repleta de bom humor, não parece ser possível. E, no entanto, contra todos os prognósticos, recuperando a inocência de quem se alimentam com sonhos, alguém a viveu – e nela foi feliz. Não é pouco.

Cemar cobra cumprimento de lei à empresa de transporte coletivo

O vereador Cemar Arnal (PDT) cobrou durante a sessão de segunda-feira (16) da Câmara Municipal, informações sobre as adequações dos ônibus de transporte coletivo visando à acessibilidade aos portadores de necessidades especiais em Dourados. Em oficio encaminhado ao diretor da empresa ‘Medianeira Dourados’, Marcelo Saccol, responsável pelo transporte público na cidade, o vereador pede informações sobre o cumprimento da Lei 2467 de 18 de dezembro de 2001, que “dispõe sobre a obrigatoriedade das empresas concessionárias do transporte coletivo a instalarem rampas de acesso aos deficientes físicos em pelo menos um veículo que serve cada itinerário’.

Quem é portador de deficiência física ou mental enfrenta uma série de dificuldades para conseguir se locomover e participar da vida social – entraves que não deveriam existir se o poder público colocasse em prática as políticas de acessibilida

Visando incluir o deficiente no cotidiano social, sexta-feira que vem, no Centro de Convenções, situado no bairro de Jaraguá, em Maceió, vai ser realizado o seminário Sociedade Inclusiva – uma meta para Alagoas.

Entrevistada hoje no AL TV 1ª edição, a presidente da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Especiais, Iraê Cardoso, disse que o número estimado de deficientes hoje, em Alagoas, é de 486 mil pessoas.

“Há muito tempo existe legislação que ampara o deficiente, seja físico ou mental, só que não é ***prida e a discussão é que a sociedade tem que lutar pela inclusão destas pessoas, que muitas vezes adquiriram deficiência fruto de acidente”.

Iraê Cardoso continuou dizendo que se o deficiente é ainda excluído é por falta de políticas públicas de atendimento e que no interior de cada Estado ela é mais acentuada. “Até as necessidades básicas são negadas, como o acesso à saúde, educação e emprego. Além disso, essas pessoas arriscam a vida na estrada em busca de um centro mais avançado para tratamento”.

Estão convidados a participar do evento gestores públicos, empresários, estudantes. “Essa é uma meta que só pode ser construída com a participação de todos os setores da sociedade”, concluiu Iraê Cardoso. (Gazetaweb, com informações da TV Gazeta

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