Javascript must be enabled in your browser to use this page.
Please enable Javascript under your Tools menu in your browser.
Once javascript is enabled Click here to go back to dEFICIENTE ONLINE
                               

DICAS dEFICIENTE

CB Login



Procurar Emprego

CLASSIFICADOS


Considerações sobre a acessibilidade

Escrito por Eraldo, em 18-11-2008 23:30

Visitas : 136    

Favoritos : 8

Publicado em : , ÚLTIMAS

Como todos sabemos, e particularmente nós, os idosos sabemos, no Brasil é difícil envelhecer especialmente se pertencemos ao largo contingente da população que não é rica e depende de aposentadorias iníquas para sohreviver e não viver. Há muitos aspectos da velhice, ou do envelhecimento, que devem ser estudados e um deles extremamente pertinente é, sem dúvida, a falta de acessibilidade da população mais velha aos equipamentos sociais das cidades.

Neste documento do SESC SP, de maio de 2007, os pesquisadores fazem as seguintes considerações:

4.2 Acessibilidade

· Um terço da população idosa (35%) declarou que encontra dificuldade para andar nas ruas e calçadas das cidades onde vive, sobretudo em função de buracos (23%), mas também pela irregularidade das calçadas(9%), pela existência de degraus (5%) e em função de calçadas estreitas (5%). Em geral, as mulheres sentem mais dificuldade que os homens para transitar nas ruas das cidades onde vivem (40% contra 29%) entre os homens).

· No acesso aos prédios públicos como bancos, shoppings e repartições públicas, 11% afirmam encontrar alguma dificuldade. O excesso de degraus e filas constituem os principais problemas (3%), bem como a falta de prioridade no atendimento aos idosos (2$).

· Com os transportes públicos 21% dos idosos encontram dificuldades, o que corresponde a l/4 da população idosa usuária, uma vez que 19% dos idosos afirmam não usar transporte público.

· A altura dos degraus dos ônibus é a principal dificuldade apontada (8%), mais reclamada entre as mulheres (11%), contra 4% entre os homens e variando de 9% entre os que possuem entre 60 e 69 anos a 16% entre os com 80 anos ou mais.

· Outras dificuldades percebidas são o fato de que os ônibus não pararem para os idosos e o mau atendimento que motoristas e cobradores dedicam aos idosos (5%) cada.

· Praticamente a totalidade dos idosos (94%) sabe que as pessoas a partir de 65 anos têm direito de usar transporte público gratuitamente, no entanto, somente metade deles (46%) faz uso desse beneficio.

Como vemos por estas estimativas, a não acessibilidade é um dos principais fatores para o indivíduo idoso permanecer isolado em sua casa, isso levando com freqüência a casos de depressão por seu afastamento do intercâmbio social que desfrutou durante a vida toda.

Aliás, para nós que militamos na área das deficiências e envelhecemos trabalhando, é bastante claro que a falta de acessibilidade empobrece nosso cotidiano.


ADICIONE ESSA NOTICIA NO SEU SITE

Para criar um link dessa noticia para o seu site,
copie e cole o texto abaixo em sua pagina




Pré-Visualizar:

Considerações sobre a acessibilidade
Ter, 18 de Novembro de 2008
Como todos sabemos, e particularmente nós, os idosos sabemos, no Brasil é difícil envelhecer especialmente se pertencemos ao largo contingente da...

Powered by dEFICIENTE ONLINE © 2008
Editores revisão Comentário de usuários Mostar este artigo em seu site Adicionar aos seuFavoritos Imprimir Enviar a um amigo Salvar para del.icio.us Artigos relacionados Leia mais...
PDF
 

Flash de noticias

Aprender com as Diferenças

Escrito por Eraldo, em 18-11-2008 23:30

Visitas : 136    

Favoritos : 8

Publicado em : , ÚLTIMAS

Como todos sabemos, e particularmente nós, os idosos sabemos, no Brasil é difícil envelhecer especialmente se pertencemos ao largo contingente da população que não é rica e depende de aposentadorias iníquas para sohreviver e não viver. Há muitos aspectos da velhice, ou do envelhecimento, que devem ser estudados e um deles extremamente pertinente é, sem dúvida, a falta de acessibilidade da população mais velha aos equipamentos sociais das cidades.

Neste documento do SESC SP, de maio de 2007, os pesquisadores fazem as seguintes considerações:

4.2 Acessibilidade

· Um terço da população idosa (35%) declarou que encontra dificuldade para andar nas ruas e calçadas das cidades onde vive, sobretudo em função de buracos (23%), mas também pela irregularidade das calçadas(9%), pela existência de degraus (5%) e em função de calçadas estreitas (5%). Em geral, as mulheres sentem mais dificuldade que os homens para transitar nas ruas das cidades onde vivem (40% contra 29%) entre os homens).

· No acesso aos prédios públicos como bancos, shoppings e repartições públicas, 11% afirmam encontrar alguma dificuldade. O excesso de degraus e filas constituem os principais problemas (3%), bem como a falta de prioridade no atendimento aos idosos (2$).

· Com os transportes públicos 21% dos idosos encontram dificuldades, o que corresponde a l/4 da população idosa usuária, uma vez que 19% dos idosos afirmam não usar transporte público.

· A altura dos degraus dos ônibus é a principal dificuldade apontada (8%), mais reclamada entre as mulheres (11%), contra 4% entre os homens e variando de 9% entre os que possuem entre 60 e 69 anos a 16% entre os com 80 anos ou mais.

· Outras dificuldades percebidas são o fato de que os ônibus não pararem para os idosos e o mau atendimento que motoristas e cobradores dedicam aos idosos (5%) cada.

· Praticamente a totalidade dos idosos (94%) sabe que as pessoas a partir de 65 anos têm direito de usar transporte público gratuitamente, no entanto, somente metade deles (46%) faz uso desse beneficio.

Como vemos por estas estimativas, a não acessibilidade é um dos principais fatores para o indivíduo idoso permanecer isolado em sua casa, isso levando com freqüência a casos de depressão por seu afastamento do intercâmbio social que desfrutou durante a vida toda.

Aliás, para nós que militamos na área das deficiências e envelhecemos trabalhando, é bastante claro que a falta de acessibilidade empobrece nosso cotidiano.


ADICIONE ESSA NOTICIA NO SEU SITE

Para criar um link dessa noticia para o seu site,
copie e cole o texto abaixo em sua pagina




Pré-Visualizar:

Considerações sobre a acessibilidade
Ter, 18 de Novembro de 2008
Como todos sabemos, e particularmente nós, os idosos sabemos, no Brasil é difícil envelhecer especialmente se pertencemos ao largo contingente da...

Powered by dEFICIENTE ONLINE © 2008
Editores revisão Comentário de usuários Mostar este artigo em seu site Adicionar aos seuFavoritos Imprimir Enviar a um amigo Salvar para del.icio.us Artigos relacionados Leia mais...

A Síndrome de Asperger, também chamada "Desordem de Asperger", é uma categoria relativamente nova de desordem de desenvolvimento. O termo entrou em uso geral nos últimos 15 anos. Embora um grupo de crianças com esse quadro clínico tenha sido descrito originalmente, de uma forma muito acurada, na década de 1940 por um pediatra vienense, Hans Asperger, a síndrome de Asperger foi oficialmente reconhecida no "Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Desordens Mentais" pela primeira vez na quarta edição, publicada em 1994.

WebNo site

Enquetes

Você acha importante nós termos um programa especifico de emprego?
 

JCalendário

Janeiro 2009
Do Se Te Qu Qu Se S
1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31