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Cão-guia trabalha com a dona no escritório

Escrito por Eraldo, em 01-12-2008 15:19

Visitas : 59    

Favoritos : 7

Publicado em : , SÃO PAULO


ucilene Braga, 28, trabalha no setor de recursos humanos de uma empresa de tecnologia e finanças em São Paulo. No escritório, às vezes ela tem uma sensação incomum: algo roça seus pés.

Quando isso acontece, ela já sabe que alguém está se aproximando e que Charlie, seu cão-guia, quer fazer as "honras da casa" recepcionando o visitante. A simpatia, claro, é demonstrada com uma bela abanada de rabo.

Charlie, de três anos, é o destaque das mascote da semana da Folha Online.

Jucilene é cega desde os cinco anos devido a um acidente. Há um ano e dois meses ela tem a companhia do golden retriever, que nasceu e foi treinado nos Estados Unidos para acompanhar pessoas com deficiência visual.

No escritório, Charlie fica solto e se comporta bem. Já acostumados com a presença do cão, os colegas da jovem evitam "fazer festa" para ele. Jucilene ensina que a recomendação é não brincar com um cão-guia, para evitar distrações do animal. Afinal, ele é responsável pela integridade física do condutor.

A troca da bengala pelo cachorro só trouxe benefícios, afirma Jucilene. Além de mais segurança e independência, ela conta que as pessoas mudaram a forma de abordagem. Saiu a bengala, foi-se também boa parte do estigma que o objeto carrega.

Charlie chegou até sua dona por meio de uma parceria do Instituto Iris com a escola americana Leader Dog For the Blind. As duas instituições têm sites. O do Instituto Iris é www.iris.org.br. O da escola Leader Dog For the Blind é www.leaderdog.org.

Cadê meu bicho?

Para ver seu animal de estimação na Folha Online, mande um e-mail para bichos@grupofolha.com.br. Escreva "Bicho-Cão" ou "Bicho-Gato" no campo "Assunto" da mensagem.

Na primeira triagem, são descartadas fotos de baixa qualidade (evite as imagens de celular) ou com bichos acompanhados dos donos. Lembre-se: corte a foto no tamanho a partir de 640 x 480 pixels.

Faça a descrição do animal (nome, idade, raça) e da identidade do dono (nome, idade, profissão, cidade, contato). Relate curiosidades sobre seu amigão.

E quem já mandou e-mail e não teve o seu animal escolhido? Há ainda uma chance. As imagens que ficaram de fora vão compor um arquivo para as próximas seleções semanais de mascotes.


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Cão-guia trabalha com a dona no escritório
Seg, 01 de Dezembro de 2008
ucilene Braga, 28, trabalha no setor de recursos humanos de uma empresa de tecnologia e finanças em São Paulo. No escritório, às vezes ela tem...

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Erradicar analfabetismo entre pessoas com deficiência é uma das metas do Brasi

Escrito por Eraldo, em 01-12-2008 15:19

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ucilene Braga, 28, trabalha no setor de recursos humanos de uma empresa de tecnologia e finanças em São Paulo. No escritório, às vezes ela tem uma sensação incomum: algo roça seus pés.

Quando isso acontece, ela já sabe que alguém está se aproximando e que Charlie, seu cão-guia, quer fazer as "honras da casa" recepcionando o visitante. A simpatia, claro, é demonstrada com uma bela abanada de rabo.

Charlie, de três anos, é o destaque das mascote da semana da Folha Online.

Jucilene é cega desde os cinco anos devido a um acidente. Há um ano e dois meses ela tem a companhia do golden retriever, que nasceu e foi treinado nos Estados Unidos para acompanhar pessoas com deficiência visual.

No escritório, Charlie fica solto e se comporta bem. Já acostumados com a presença do cão, os colegas da jovem evitam "fazer festa" para ele. Jucilene ensina que a recomendação é não brincar com um cão-guia, para evitar distrações do animal. Afinal, ele é responsável pela integridade física do condutor.

A troca da bengala pelo cachorro só trouxe benefícios, afirma Jucilene. Além de mais segurança e independência, ela conta que as pessoas mudaram a forma de abordagem. Saiu a bengala, foi-se também boa parte do estigma que o objeto carrega.

Charlie chegou até sua dona por meio de uma parceria do Instituto Iris com a escola americana Leader Dog For the Blind. As duas instituições têm sites. O do Instituto Iris é www.iris.org.br. O da escola Leader Dog For the Blind é www.leaderdog.org.

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Na primeira triagem, são descartadas fotos de baixa qualidade (evite as imagens de celular) ou com bichos acompanhados dos donos. Lembre-se: corte a foto no tamanho a partir de 640 x 480 pixels.

Faça a descrição do animal (nome, idade, raça) e da identidade do dono (nome, idade, profissão, cidade, contato). Relate curiosidades sobre seu amigão.

E quem já mandou e-mail e não teve o seu animal escolhido? Há ainda uma chance. As imagens que ficaram de fora vão compor um arquivo para as próximas seleções semanais de mascotes.


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Erradicar analfabetismo entre pessoas com deficiência é uma das metas do Brasil até 2016

Isabela Vieira Repórter da Agência Brasil Brasília - Colocar todas as crianças com deficiência na escola e erradicar o analfabetismo em dez anos é uma das metas a longo prazo da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde). O órgão da Secretaria Especial de Direitos Humanos divulgou hoje (12), na capital federal, o Plano de Ação para 2007, do qual fazem parte essas metas. A conselheira titular da Corde, Izabela Maior, explica que isso não significa apenas matricular as crianças deficientes em um estabelecimento de ensino, mas também oferecer todos os recursos para a aprendizagem.

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