Sem as pernas, atleta será o único deficiente carioca na São Silvestre
Rio - Independentemente de sua classificação domingo na Corrida de São Silvestre, o atleta e técnico de Enfermagem Antônio Rodrigues Maciel, 42 anos, já pode ser considerado um vencedor. Ele faz parte do seleto grupo de portadores de deficiência física e visual que participam da competição. Este ano, dos 34 atletas ‘especiais’ inscritos — entre cadeirantes, cegos e muletantes —, Antônio é o único carioca. "Biamputados como eu existem muitos no Rio. O que não existe é incentivo para a prática de esportes. Cada prótese não sai por menos que R$ 30 mil.