Tribuna de advogados da 1ª Turma do STF é adaptada para deficientes físicos

Por iniciativa do ministro Carlos Ayres Britto, a tribuna da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) foi adaptada aos deficientes físicos, em especial àqueles que utilizam cadeira de rodas. A reforma ocorreu de modo urgente nas férias forenses para que a modificação sugerida pelo ministro Ayres Britto fosse concluída a tempo da realização da primeira sessão da Turma em 2010.

Escola adapta aula de educação física para deficientes

Atender às necessidades de todos os alunos e descobrir suas potencialidades são os grandes desafios do professor. “Eu não gosto de ver ninguém parado. Se vejo alguém desanimado já coloco para fazer alguma atividade e vou observando para perceber o que ele gosta de fazer para estimular”, diz a professora de educação física do Colégio Adventista de Interlagos, na zona sul da capital paulista, Maria Conceição Moreira Lopes.

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Na semana do Dia do Deficiente Físico, médica esclarece dúvidas sobre sexualidade e gravidez.

O Censo de 2000 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que existem aproximadamente 25 milhões de brasileiros com deficiência, dos quais 46% são mulheres. Quando se fala em mulheres que têm deficiência um dos grandes questionamentos fica em torno da sexualidade e da possibilidade de engravidar.

Segundo a ginecologista Maria Letícia Fagundes, a mulher portadora de alguma deficiência física pode engravidar normalmente dependendo de sua limitação física. “O órgão da gestação é o útero e se este estiver em boas condições a gravidez segue para o feto sem muitas limitações”, explica.

Entretanto, Maria Letícia explica que para a mãe isso pode representar algumas dificuldades, em especial relativas a patologias osteoarticulares, como artrite, osteoporose, reumatóide do quadril, da coluna e dos membros inferiores.

“Imaginem que o centro de gravidade muda naturalmente numa mulher saudável para que ela atinja o equilíbrio ao caminhar. Nessas patologias esse equilíbrio será acompanhado por adaptação dolorosa da parte osteomuscular. Isto limita a atividade física, e, por conseguinte pode influenciar toda a harmonia da gravidez”, alerta a médica.

Porém, com os cuidado especiais, qualquer mulher com o útero em boas condições pode engravidar, sendo deficiente física ou não. Segundo a ginecologista, um Pré-Natal bem conduzido é o principal para que a gestação corra tranquilamente e sem riscos para a mãe e o bebê.

Fonte: Bem Parsaná

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